Resenha: Manual do Anti-Esquecimento - Fátima Aparecida da Silva

Olá pessoas lindas, tudo bem?
Hoje trago a resenha do livro Manual do Anti-Esquecimento, um romance que me cativou, espero que gostem.

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Sinopse

O que um garoto faria se estivesse com amnésia? E se só tivesse esquecido a infância e sentisse que algo importante estava sendo perdido? Kennedy Murray não medirá esforços para descobrir mais sobre si mesmo. 

 
          Com 16 anos, humor contagiante e uma popularidade inevitável, o irlandês não sabe mais o que fazer para se lembrar dos primeiros anos de vida. Está decidido a tentar novos métodos, assim talvez consiga alcançar seu objetivo num futuro extremamente próximo. E ele ainda precisa fazer isso sem deixar os populares descobrirem seu segredo: Por debaixo do corpo atlético, Kennedy é, na verdade, nerd dos pés à cabeça. O problema é que uma certa garota intrigante e insuportavelmente autêntica pode distraí-lo mais do que deveria ser possível. 
Kennedy conhece Elizabeth de uma forma inusitada. Foi ódio à primeira vista... Pelo menos foi o que Ken achou antes de ambos terem que viajar juntos por um longo tempo. Países diferentes, pessoas novas, segredos... Bem, tudo pode ficar divertido com o tempo, certo? Mas, ainda assim, Elizabeth pode acabar com todo o plano de anti-esquecimento do garoto. E agora?
Livro ganhador do Wattys 2015 no Wattpad. Ebook contém capítulos extras!

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Resenha

O Manual do Anti-Esquecimento vai contar a história de Kennedy, um adolescente que acordou no seu aniversário de 7 anos sem se lembrar de nada além do básico, ler, escrever e seus familiares. Ele sente que algo importante ficou para trás e vai tentar descobrir tudo que ele esqueceu.
Ao ler esse livro você vai se recordar sobre sua adolescência. Sabe quando éramos inocentes? Ou como cada acontecimento por mais pequeno que fosse era um grande evento?

“Não lembro da minha infância”

Para a maioria das pessoas Ken é o menino popular da escola, lindo e atlético, mas a grande verdade é que ele é um nerd que usa óculos, ama ler e escreve poesia. É engraçado e divaga muito ou se preferir viaja na maionese mesmo.

“Tenho que esconder que sou viciado em livros, fingir que sou levemente burro”

A história começa com Ken conhecendo Elizabeth, a britânica que sempre o irrita. A garota é antipatia à primeira vista e para ajudar é amiga da irmã gêmea de Kennedy, Bridgeth. O que mais deixa ele irritado é que toda sua família é apaixonada por ela.
Lizzie ao contrário do nosso protagonista não tem medo de assumir que é nerd, que ama cantar e que é uma romântica que sonha com os livros que lê. Para Ken ela é um mistério a desvendar.

“Quero descobrir os mistérios de Elizabeth”

Ambos estão de férias e vão para Paris. Lá eles começam uma amizade estranha onde ora se gostam e ora não se suportam, no meio dessa montanha russa, os dois acabam se conhecendo melhor e assim criando uma relação fofa.

“Ela se veste com moletons infantis, eu só uso roupa de marca. Ela usa roupas que são pelo menos dois números maiores que o seu, eu uso roupas que realcem minha forma física. É tudo questão de imagem. Sem a imagem eu não seria nada, certo?”

Ken começa a repensar sobre sua vida e o porquê se esconde tanto assim, nem seu melhor amigo Connor o conhece de verdade.
Na cidade luz ele acaba tendo um recordação sobre seu passado e assim começa sua busca para saber sobre os anos esquecidos.

“Eu travei. Não por motivos banais, mas sim porque senti que já havia passado por algo assim antes”

A cada página me encantei pela relação que os dois foram construindo, Ken é um fofo que faz alarde de tudo, analisa demais e quase sempre se atrapalha, mas no final acerta.

"Estamos progredindo. Progredindo mais do que quando eu joguei Candy Crush. Okay, como eu paro de sorrir agora? Como?"

Não é fofo?

“Nunca é fácil quando Lizzie está envolvida, mas é justamente isso que torna tudo mais empolgante e desafiador. E eu gosto de um bom desafio!”

Engraçado, leve e fofo, creio que essa seja a melhor definição para o livro. A história consegue trazer de novo aquela sensação de quando descobrimos algo pela primeira vez.
É cheio de referências (várias no meu caso) que com certeza fará você se identificar.

A autora trouxe um frescor a obra, uma leveza que torna fácil a leitura. Eu me surpreendi como tudo se encaixou e como tudo ficou esclarecido no final. Acredite, você irá criar mil teorias e mesmo assim vai errar.

Agora vou deixar vocês com uma das frases encantadoras do Ken.

“Quando duas pessoas se completam até poeticamente significa que combinam como um quebra cabeça”

Até a próxima <3

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